Erige-se distinto, acolá, a fazer-se aos cumes o novo ápice, obra a irromper no reino do astro flavo-coronário. Veda nos céus, liga aênea e de ancestres rochas que aos lumes tragam, os feixes que dantes vingavam na incidência de refulgentes raios, a forçar vespertino crepúsculo antes d’hora; ocupa, incide o reflexo humano na natureza ressacralizada. Soergue-se como novo destino sobre toda a pátria, qual fez por último Etemenanki, pico altivo e alto, à inveja de babilônios e assírios, onde o reflexo lusco-fusco, múltiplo, espelha toda a imagem de homens.