Muram alvas as dedálicas estruturas, a capturar dos cumes, lançar nos baixios fendidos o alabastrino sentimento d’opressão infinita, a beijar a tez com banho de luz nua. É concreto fátuo, que se ergue e se multiplica, estende-se ao ritmo da vontade utilitária e iludida, tange nos celestes picos qual coluna invertebrada e maciça. No que […]