Muram alvas as dedálicas estruturas, a capturar dos cumes, lançar nos baixios fendidos o alabastrino sentimento d’opressão infinita, a beijar a tez com banho de luz nua. É concreto fátuo, que se ergue e se multiplica, estende-se ao ritmo da vontade utilitária e iludida, tange nos celestes picos qual coluna invertebrada e maciça. No que se não sustenta, ousada errância, renova-se no colher da terra o resto d’herança, a concha oca a reproduzir sobre a face do fátuo a natureza ancestre e antiga, e qual nobre mentira, faz, ao tom da modorra, que se nutra novamente o espírito irretornável.